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PORQUE VOTAR NÃO?
Motivo de ardorosos debates nas ultimas semanas, está sendo o referendo sobre a proibição de armas de fogo no Brasil.
No dia 23 de outubro estaremos indo as urnas para decidir sobre a comercialização de armas ou não, muito tem se falado sobre a redução de assaltos, homicídios, crimes em geral, utilizando-se de pesquisas falsas para tentar enganar o povo, pensando que o mesmo é burro ou sofre de falta de inteligência.
Hoje em nosso Brasil, vivemos uma realidade diferente da dos outros Países, somos um País Sub-Desenvolvido, aonde mais de 50 Milhões de pessoas vivem abaixo da linha da pobreza, não seria mais útil, aplicar verbas do governo para sanar esses problemas, tentar diminuir o imenso abismo social e cultural existente aqui? Seria mas porém o que está ocorrendo é uma tentativa de desviar o foco do principal problema, que é o mar de corrupção existente hoje no Brasil, MAO-TSÉ-TUNG, utilizava-se desta política, a estratégia diversionista, desviar o foco para passar impune as mazelas.
Mas para qualquer contestação temos que nos alicerçar em dados, na historia do mundo, os governos totalitários, os governos que causarão as maiores barbáries começaram com esta estratégia, DESARMAR O CIDADÃO.
EM 1929 A UNIÃO SOVIETICA DESARMOU A POPULAÇÃO ORDEIRA, DE 1929 A 1953 CERCA DE 20 MILHÕES DE DISSIDENTES, IMPOSSIBILITADOS DE SE DEFENDEREM FORAM EXTERMINADOS.
EM 1911 A TURQUIA DESARMOU A POPULAÇÃO ORDEIRA, 1915 A 1917, UM MILÃO E QUINHENTOS MIL ARMENIOS IMPOSSIBILITADOS DE SE DEFENDEREM FORAM CASSADOS E EXTERMINADOS
EM 1936 A ALEMANHA DE HITLER CADASTROU E DEPOIS CONFISCOU AS ARMAS, CERCA DE 12 MILHÕES DE JUDEUS E NÃO ARIANOS FORAM CASSADOS E EXTERMINADOS
CHINA, UNGANDA, CAMBOJA E GUATEMALA, também adotaram a mesma política e galgaram os mesmos resultados.
Sabe qual foi o efeito do desarmamento efetuado nos Países acima no século XX, 56 milhões de mortos.
O recente desarmamento realizado na Inglaterra e País de Gales, ambos Monarquia e de 1º mundo, os crimes a mão armada cresceram 35% no primeiro ano de desarmamento, segundo a ONU Londres virou a Capital do Crime na Europa, a Policia já está armada novamente.
Dizer que o desarmamento da população de bem ira reduzir mortes e assaltos, é tão inteligente quanto pretender abolir as pedras, pois Caim matou Abel com uma, poderia também ocorrer à abolição do arco e flexa caso alguém realize um atentado contra o Presidente, pois o mesmo foi causador do ferimento.
Nos Estados Unidos, a emenda Nº 2 da Constituição Americana, diz que todos podem ter armas, resultado é que a violência lá e infinitamente menor que a nossa.
Imagine o cidadão o fazendeiro residindo nos confins de nosso País, tem sua casa ameaçada por uma onça e o mesmo não tem uma arma, o que ele fará para proteger a sua família? Vai dar uma dentada na onça, vai sair no soco com ela?
No atual referendo, estão sendo gastos com a realização do mesmo, diárias de Juizes,Promotores, Delegados, Policiais, Serventuários da Justiça, isenção de imposto das Tv’s e rádios, o montante em torno de R$ 600 milhões, o Governo Lula neste Ano gastou em torno de R$ 170 milhões em segurança Publica, no período de governo em torno de R$ 488 milhões no programa bolsa da família, portanto cifras bem menores que a gasta no referendo, não seria mais plausível investir este dinheiro em educação, ou em re-aparelhar as policias civis e militares?
Portando dia 23 não se deixe enganar por uma falsa campanha, por uma verdadeira cortina de fumaça, lembre-se que o hoje os nossos Policiais protetores da ordem e guardiões da cidadania, utilizam-se de seu velho companheiro 38, enquanto que os bandidos se utilizam de potentes metralhadoras, a desigualdade que existe hoje é de força, os bandidos estão bem mais armados que a Policia, bandido não compra arma em loja, temos que resolver este problema, e não desarmar o povo brasileiro ordeiro e feliz, POIS UM POVO DESARMADO É UM POVO SUDITO, não é alterando uma norma que altera uma realidade.
Antonio Ap. Belarmino Junior
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 22h36
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BRASIL
O que é o meu Brasil?
O Brasil do imperador D. Pedro II, qual morreu exilado, pobre e com a cabeça voltada para o país, deixou um ultimo legado de moralidade, recusou a indenização a ele oferecido pelos republicanos, preferiu morrer pobre a ser corrompido.
Brasil da Princesa Isabel, A Redentora, sempre seguindo o prisma humanitário, a quem libertou uma raça, porem perdeu seu trono.
Brasil de Glorias, respeito e vitórias em seu período monárquico.
Brasil da primeira republica, que uma pequena quartelada de militares da época tanto desejavam, Brasil de Vargas o Brasil trabalhista, Brasil de Juscelino o criador de Brasília, Brasil de Jânio Quadros aquele que varreria a corrupção, mas foi obrigado a renunciar por causa das forças ocultas, serão as mesmas forças ocultas, essas que hoje assolam o país? Aqui fica a pergunta.
Brasil do Golpe de 64, da Ditadura Militar, um verdadeiro atentado à democracia, que durou 20 anos, Brasil de Tancredo Presidente sem jamais ter sido, pois morreu na véspera da posse, Brasil de Sarney e do plano cruzado.
Enfim um Brasil democrático, elegemos o primeiro presidente eleito de forma direta na nova democracia, mas tivemos que tirá-lo, até nos dias de hoje Collor reinava como o símbolo único da corrupção, mas nos últimos tempos foi deposto de seu reinado, por aqueles que o coroaram.
Brasil de Itamar e de Fernando Henrique o Pai do real, moeda forte que está em vigor a mais de 10 anos.
Brasil do presidente operário, da esperança da mudança, enfim Brasil de corrupções e de mazelas publicas, Brasil de Delúbio, Marcos Valério, Zé Dirceu e Roberto Jefferson, Es tu meu Brasil Brasileiro
Quando voltaremos a cantar novamente o Hino, BRAVA GENTE BRASILEIRA.......................................
Enfim quando será que o povo aprendera a votar?
escrito por, Antonio Ap. Belarmino Junior, Monarquia Barra Bonita
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 00h19
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I Simpósio Nacional do IDII
NEO-ABOLICIONISMO: resgate histórico ou retomada do Abolicionismo?
30 de Setembro / 1º de Outubro de 2005
Auditório do Memorial Vargas
Pç. Luís de Camões, s/nº - Glória
Rio de Janeiro
Faça sua inscrição pelo site: www.idisabel.org.br
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 00h04
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CASA IMPERIAL DO BRASIL
Muitos brasileiros ficam espantados com o simples fato de saber que no Brasil existe uma família imperial, os poucos que conhecem conheceram a face desta família, que fora construida sobre o imaginário republicano. Depois de 114 Anos de República, e tendo nossa Pátria resistido os mandos e desmandos de infelizes mandatários que se estendem até os dias de hoje. A Família Imperial Brasileira ainda é tida como a reserva moral da nação. Nossos príncipes remontam a época da Indepêndencia do Brasil, e poucos sabem que na realidade remontam a Hugo Capeto (940-996) que fora Rei da França em 987. Isto a precisamente a 1017 Anos!
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Tendo na sua árvore genealogica, obviamente a Princesa Isabel, Dom Pedro II, Dom Pedro I e Dom João VI. Os príncipes do Brasil tem em É sendo assim que com orgulho divulgamos a nossa Causa, que é pela Restauração da Monarquia no Brasil, interrompida por uma quartelada que não chegava a representar 1% do Exército na aquela época. Erram, e erram feio aqueles que pensam que a República fora um regime que trouxe a democracia ! Vejam quantas vezes esta "democracia" fora interrompida por golpes, mandos e desmandos ! E lembrai-vos que aqueles que quiseram a República eram aqueles que queriam a continuação do Regime Escravocrata. Sendo assim vamos libertar o Brasil de um jugo que ha 114 Anos o entorpece em seu crescimento e sua soberania como nação.
Texto extraido do Site oficial da Monarquia: www.monarquia.org.br
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Escrito por Monarquia Barra Bonita às 15h31
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Bertrand de Orleans e Bragança Diretor de Relações Institucionais da Associação dos Fundadores da TFP — Tradição, Família e Propriedade
Poucos temas me deixam tão à vontade para abordá-los como o do chamado trabalho escravo. Realmente, conservo viva em meu coração e em minha alma a alegria de ser bisneto da princesa Isabel, que ficou conhecida no Brasil como a Redentora por ter assinado a famosa Lei Áurea. E ela o fez em situação política muito adversa, arriscando com isso a própria estabilidade do trono do qual era herdeira, o que evidencia por si só seu empenho superlativo em dar pronta liberdade àqueles que não a possuíam.
De modo que, se houvesse no Brasil de hoje um risco real de voltarmos à vigência da escravidão, eu me sentiria obrigado em consciência, como católico, como brasileiro, mas também como membro da família imperial, a empreender tudo quanto ao meu alcance estivesse para evitá-lo.
É por isso, aliás, que vejo com tristeza, dor e mesmo indignação certas práticas que se generalizam nos assentamentos de reforma agrária, em que agricultores pobres vão sendo colocados sob autoridade omnímoda de líderes do MST, tornando-se em tudo deles dependentes, inclusive no que diz respeito a verbas, cestas básicas e outras benesses fornecidos pelo governo federal. São os novos servos da gleba do século 21.
Mas, infelizmente, não é a favor da libertação deles que ecoam os alto-falantes de certa mídia e de certos políticos quando propagam a idéia de que uma neo-escravidão estaria encontrando guarida nos campos brasileiros.
O slogan ‘‘trabalho escravo’’ tem sido utilizado para rotular meras infrações à legislação trabalhista, ou quando muito trabalho realizado em condições impróprias ou degradantes, já puníveis pelos códigos competentes. Até a falta de carteira assinada é apontada como fator que caracteriza a escravidão, sem atentar para o ridículo de tal classificação num país como o nosso, em que 58% do trabalho é realizado na informalidade.
O tema é vasto e vem desenvolvido no opúsculo Trabalho escravo, nova arma contra a propriedade privada, do jornalista Nelson Barretto, colaborador da Associação dos Fundadores da TFP — Tradição, Família e Propriedade.
Desejo aqui pronunciar-me apenas sobre um ponto: o projeto de emenda constitucional (PEC) que, sobre o assunto, tramita na Câmara e pune a exploração do trabalho escravo com pena de expropriação, sem indenização. Pune a quem? A redação da PEC estranhamente confunde a propriedade com a pessoa que estaria cometendo o pretenso crime de escravidão. É tal a aversão que transparece no projeto à propriedade que esta parece ser a ‘‘criminosa’’, em lugar do proprietário. Diz o texto: ‘‘As propriedades (...) onde for localizada (...) a exploração de trabalho escravo serão expropriadas’’.
O destino da terra assim expropriada é servir à malfadada reforma agrária. Por que misturar trabalho escravo com reforma agrária? Para conseguir terra de graça? É moral tal atitude? É própria de um regime de liberdade?
Ao que parece influi decisivamente o fato de não haver mais terras improdutivas em mãos de particulares. Só não produzem as que estão sob domínio do Estado, a qualquer título, como as reservas florestais, os latifúndios indígenas, os parques nacionais e... os assentamentos do Incra. Mas então a reforma agrária é feita contra a propriedade particular?
Acresce a essas considerações o fato de que a produção obtida pelo agronegócio é espetacular e vem sendo o esteio da economia nacional. Uma perseguição à propriedade particular a pretexto de trabalho escravo ou qualquer outro poderia afetar a fundo a produção nacional, encaminhando o país nas sendas de um miserabilismo de tipo cubano, tão amado dos D. Balduínos e seus companheiros da Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Não só a CPT, mas também o MST, na coerência de sua inspiração marxista, têm sido os arautos da luta contra o agronegócio no Brasil. Tais movimentos ficariam entusiasmadíssimos com o governo atual caso este iniciasse um combate ao trabalho escravo que redundasse numa perseguição ao agronegócio.
Meras elucubrações ou realidade em andamento? De qualquer modo, o pensamento político (com P maiúsculo, não-partidário), faz-se muito de levantar hipóteses. Já o dizia o saudoso professor Plinio Corrêa de Oliveira. Os fatos confirmarão ou desmentirão essas hipóteses. Fiquemos atentos.
Texto extraido do DIARIO MONARQUICO
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 10h02
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Trecho de texto extraído do livro “José Bonifácio” pertencente a serie Grandes Brasileiros
Nos últimos dias de agosto chegaram três navios de Lisboa. As noticias que trazem são alarmantes: o príncipe é reduzido a simples delegado temporário das Cortes, com secretariado nomeado em Portugal, e autoridade somente nas províncias que o quiserem; a convocação do Conselho de procuradores é anulada; serão processados todos os que agiram contra as cortes, sendo especialmente visados José Bonifácio e seu grupo.
Reúne-se o Conselho de Ministros, sob a presidência de d. Leopoldina. José Bonifácio também recebeu carta de Lisboa, de Antonio Carlos. Decidem que chegou o momento de agir. Martim Francisco, em sua dureza, diz à princesa:
“Se tem que fazer, senhora, que se faça já!”
Escrevem a d. Pedro, comunicando as noticias e chamando-o de volta. D. Leopoldina lhe diz:
“Esteja persuadido que não só o amor e a amizade me fazem desejar, mais que nunca, sua pronta presença, mas sim as críticas circunstancias em que se acha o amado Brasil; só a sua presença, muita energia e rigor podem salva-lo”.
E José Bonifácio:
“Senhor o dado está lançado e de Portugal não temos a esperar senão escravidão e horrores. Venha V. A . R. quanto antes e decida; porque irresoluções e medidas de água morna, à vista desse contrário que não nos poupa, para nada servem e um momento perdido é uma desgraça”.
Lá fora espera Paulo Emilio Bregaro, porteiro e oficial da Secretária do Conselho Supremo Militar. José Bonifácio lhe entrega as cartas, duas da princesa, uma de Antonio Carlos, uma de Chamberlain, o cônsul inglês, a ultima sua. Diz:
“se não arrebentar uma dúzia de cavalos no caminho, nunca mais será correio; veja o que faz”.
D. Pedro está em São Paulo. A viagem tem sido agradável, frutífera em resultados políticos e amorosos. Resolve ir a Santos, inspecionar algumas fortalezas.
Desce a serra no dia 5 de setembro. Passa em Santos o dia 6 e, no dia seguinte, sobe de volta. Alguma coisa que comeu e bebeu lhe fez mal, vem devagar, parando aqui e ali para “prover-se”, como diz um companheiro de viagem.
Em São Paulo, ao chegar, Bregaro não encontra o príncipe. Acompanhado do major Antonio Ramos Cordeiro, segue no rumo de Santos.
D. Pedro, por seu lado, é avisado da chegada de Bregaro com correspondência do Rio. Acelera a marcha, e “no alto da colina próxima do Ipiranga”, encontra Bregaro e o major Cordeiro. Das mãos deste recebe as cartas.
Há alguns minutos havia parado. O destino está a lhe pregar uma peça, obrigando-o a essas paradas num momento decisivo. Lê apressadamente as cartas.
“O dado esta lançado” Amarrota os papeis, pisa-os.
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 23h02
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“De Portugal não temos a esperar senão escravidão e horrores. Venha V. A . R. quanto antes e decida; porque irresoluções e medidas de água morna, à vista desse contrário que não nos poupa, para nada servem e um momento perdido é uma desgraça”.
O padre Belchior está ao seu lado:
“Depois, abotoando-se e compondo a fardeta, virou-se para mim e disse:
-E agora, padre Belchior?
E eu respondi prontamente:
- Se V. Alteza não se faz de rei do Brasil será prisioneiro das Cortes e talvez deserdado por elas. Não há outro caminho senão a independência e separação.
D. Pedro caminhou alguns passos silenciosamente acompanhado por mim, Cordeiro, Bregaro, Carlota e outros em direção aos nossos animais, que se achavam a beira da estrada. De repente estacou-se já no meio da estrada, dizendo-me:
- Padre Belchior, eles o querem, terão a sua conta. As Cortes me perseguem, chamam-me com desprezo de “Rapaizinho” e de “Brasileiro”. Pois verão agora quanto vale o “Rapaizinho”. De hoje em diante estão quebradas as nossas relações; nada mais quero do governo português e proclamo o Brasil para sempre separado de Portugal.
Monta na bela besta baia gateada em que vem desde Santos. Vai ao encontro dos dragões da Guarda de Honra.
“..........o dado está lançado”.
-Amigos, as Cortes querem escravizar-nos e perseguem-nos. De hoje em diante nossas relações estão quebradas. Nenhum laço nos une mais!.
Arranca do chapéu o laço azul e branco, símbolo das Cortes portuguesas, atira-o ao chão.
- Lanços fora, soldados! Viva a Independência, a liberdade e a separação do Brasil.
Entre vivas, desembainha a espada, acompanhado pelos militares. Os civis se descobrem.
- Pelo meu sangue, pela minha honra, pelo meu Deus, juro fazer a liberdade do Brasil.
Todos juram. D. Pedro põe-se à frente do grupo, prepara-se para partir. Mas antes fica em pé nos estribos, se vira, e exclama:
- Brasileiros, a nossa divisa de hoje em diante será
- Independência ou Morte!
São quatro e meia da tarde do dia 7 de setembro de 1822.
A partir deste momento foi proclamada a independência do Brasil, esse são apenas alguns fatos políticos que se envolveram na luta pela independeria, o esforço feito por D.Pedro, pelos irmãos Andradas, Caldeira Brant, dentre outros inúmeros outros memoráveis brasileiros não só de nascimento, mas sim de coração, e mostra que a independecia não foi somente uma passagem como cita os livros de historia, mas sim grandes lutas e conquistas diplomaticas de nosso mais celebres Brasileiros.
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 23h01
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Essa semana foi comerado o aniversario de 158 anos de nossa Princesa Isabel, em homenagem estou postando abaixo um texto que diz sobre a primeira chefe de estado das américas
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A PRIMEIRA MULHER CHEFE DE ESTADO DAS AMÉRICAS |
Nelson Ricardo
Isabel II da Espanha, também era rainha em Cuba, São Domingos e outras colônias espanholas do Caribe; Vitória da Inglaterra, também foi rainha no Canadá. Qualquer das duas, porém, jamais pisou o solo das Américas.
Dona Isabel I, Imperatriz "de jure" do Brasil, após a morte de D. Pedro II (1891) foi a primeira mulher nas Américas a assumir a Chefia de Estado. Chefiou o Estado brasileiro durante períodos de Regência (maio de 1871 a marco de 1872, marco de 1876 a setembro de 1877; junho de 1887 a agosto de 1888), num total de três anos e meio, que foram o suficiente para marcar sua passagem na nossa história.
Depois dela, a primeira mulher a chefiar um Estado em terras do Novo Mundo, foi a presidente da Nicarágua, Violeta Chamorro, desde 1988. Um século depois! Os Estados Unidos, "paraíso da democracia", não elegeram até hoje, sequer uma vice-presidente, tamanha a resistência a idéia de uma mulher assumir tal condição. 0 Brasil Império alem de mostrar um caminho social, revelou as Américas que a mulher e capaz de liderar uma nação com sabedoria e capacidade.
A figura impoluta e capaz da Princesa Isabel, como sucessora do Imperador e como Regente, não foi suficiente para que os políticos e a elite machista permitissem que ela viesse a exercer em caráter definitivo o Poder Moderador. Num país onde a mulher não devia se imiscuir em assuntos de política, as únicas atividades femininas permitidas eram as lides domésticas, ou servir aos desejos e luxurias dos homens. Por isso, as elites dirigentes apenas a suportaram na Regência, por ser uma chefia de Estado temporária.
Uma das causas mais certas do golpe que derrubou o Império foi esse machismo. Somava-se ainda a circunstancia de Dona Isabel ser casada com um estrangeiro (mas, que se naturalizou brasileiro), o Príncipe Gastão de Orleans, Conde D'Eu. Meras desculpas!
Rui Barbosa, no auge de sua emoção republicana, chegou a afirmar que a Princesa Isabel e o Conde D'Eu já "governavam o Brasil num inadmissível consorcio bragantino-orleanista" com a decadência da saúde do Imperador, que sofria de diabetes. Mais tarde, "depois de tanto ver triunfar as nulidades", o grande Águia de Haia iria se lamentar e pedir desculpas por tudo o que havia feito para acabar com a monarquia no Brasil!
Além disso, os escravocratas também não perdoavam a Princesa Isabel por ter ela inspirado e assinado a Lei Áurea. 0 Barão de Cotegipe, contrário a lei, disse em ameaça a Princesa-Regente; "Vossa Alteza redimiu uma raça, mas perdeu o trono!" Cotegipe fora afastado da Presidência do Conselho de Ministros pela própria Regente, em razão de ter se oposto a extinção da escravatura. Idosa e já no exílio, Dona Isabel disse que nunca hesitou em inspirar ou temeu em assinar a Lei Áurea, mesmo sabendo que este seu ato colocava em risco a continuidade da monarquia.
São valores que os senhores da aristocracia brasileira não poderiam ver exibidos por uma mulher, principalmente como Chefe de Estado. Significaria mudar conceitos e abrir novos horizontes na cultura nacional. 0 papel da mulher brasileira dentro do contexto social teria sofrido mudanças sensíveis já a partir daquele momento. Dona Isabel não seria apenas Imperatriz, mas também filha, esposa e mãe.
Sua atuação na Chefia do Estado inspiraria uma transformação nas atitudes das mulheres brasileiras e o machismo típico dos latino-americanos começaria a perder terreno. 0 reinado de Dona Isabel teria durado até 1921,data de sua morte. Como autentico espelho de seu pai, tudo indica conduzisse o País a um estado privilegiado de tranqüilidade social, como foi o Segundo Império. A nação estaria mais preparada para enfrentar os desafios que o Pós-Segunda Guerra iria trazer para o mundo contemporâneo.
Esse espirito foi sintetizado por Rui Barbosa, quando se penitenciava de seu erro histórico. Sua sobriedade lhe permitiu avaliar a situação e dizer:
"Havia uma sentinela vigilante, cuja severidade todos temiam, e que, acesa no alto, guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justica e da moralidade. Era o Imperador Dom Pedro II."
(Discurso ao Senado Federal, dezembro de 1914)
No exílio, a Princesa Isabel continuou usando todo o seu prestígio internacional em favor dos interesses de brasileiros residentes na Europa, sobretudo na Franca; e também fazendo valer a sua influencia interna, através de intensa correspondência com monarquistas que ocupavam postos no Poder Público republicano.
Na medida das possibilidades que lhe deixava a distância, ate o fim da vida prosseguiu fazendo particularmente o que fora preparada para fazer publicamente.
Fonte: site do movimento monarquico brasileiro
http://www.geocities.com/CapitolHill/7394/
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 23h35
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O Chefe da Casa Imperial do Brasil Dom Luiz de Orleans e Bragança
Grão-Mestre da Imperial Ordem do Cruzeiro Grão-Mestre da Imperial Ordem de D. Pedro I Grão-Mestre da Imperial Ordem da Rosa Grão-Mestre da Imperial Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo Grão-Mestre da Imperial Ordem de São Thiago da Espada Grão-Mestre da Imperial Ordem de São Bento de Aviz
Dom Luiz Gastão Maria José Pio (Miguel Gabriel Raphael Gonzaga) de Orleans e Bragança e Wittelsbach, Príncipe do Brasil, Príncipe de Orleans e Bragança, nasceu aos 6 de junho de 1938, na Cidade de Mandelieu, França. Ao nascer, ele já possuía o título de Príncipe Imperial do Brasil - como era designado, no Império, o Herdeiro do Trono (Constituição de 1824).
É o mais velho dos doze filhos de S.A.I.R. o Príncipe Senhor D. Pedro Henrique (*1909 †1981), Chefe da Casa Imperial do Brasil (de 1921 a 1981) e de S.A.R. a Princesa Maria da Baviera (*1914), neta de Ludwig III (*1845 †1921), último Rei bávaro. O Senhor D. Luiz foi batizado na Capela do Mas-Saint-Louis, casa de campo pertencente a sua avó, a Princesa Senhora D. Maria Pia (*1878 †1973), nascida Princesa de Bourbon e das Duas Sicílias, que serviu como madrinha; seu padrinho é o tio materno, o Príncipe Ludwig da Baviera (*1913) .
Dom Luiz viu sua Nação pela primeira vez em 1945, após o término da II Guerra Mundial, quando aqui se estabeleceu a Família Imperial definitivamente, no Rio de Janeiro e depois no Paraná. Estudou nos nossos colégios mais tradicionais - entre eles o Colégio Santo Inácio, dos Padres Jesuítas, no Rio - e mais tarde partiu para Paris, onde aperfeiçoou seu aprendizado de línguas. Sua Alteza fala fluentemente o Português, o Francês e o Alemão e compreende o Espanhol, o Italiano e o Inglês. Finalmente, de 1962 a 1967, ele cursou Química na Universidade de Munique.
Desde sua ascensão à Chefia da Casa Imperial, o PRÍNCIPE DO BRASIL dedica todo o seu tempo às questões genuinamente brasileiras, embora agindo de forma discreta. Visita, na companhia de seus Irmãos, o Príncipe Imperial D. Bertrand e o Príncipe D. Antonio, as mais variadas cidades de nosso grandioso País, do Oiapoque ao Chuí, sendo nelas recebido com esplêndidas homenagens. É Cidadão Benemérito e Honorário de quase todas as Capitais e Membro Honorário de inumeráveis instituições culturais e históricas, delas possuindo muitas condecorações. Nesse sentido, é válido lembrar que ele é ainda Bailio Grã-Cruz da Ordem Constantiniana de São Jorge, da Casa Real das Duas Sicílias.
Fonte: DIÁRIO MONARQUICO
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 21h27
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Da Monarquia à Anarquia.
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Em 115 anos de Republica, quais foram as vitórias?, vamos aos seguintes pontos, na estabilidade política, até 1988 não tínhamos conseguido isso, tivemos em 110 anos, 9 golpes de estado, 13 ordenamentos constitucionais, 4 assembléias constituintes, 10 republicas, o Congresso, em nome da LIBERDADE, foi FECHADO 6 vezes, inclusive pelo primeiro Presidente, Marechal Deodoro da Fonseca.
Ocorreram censuras nos meios de comunicação inclusive o fechamento de jornais e periódicos.
Na economia, tínhamos uma moeda forte que era o mil reis, desde 1942 tivemos 8 moedas, a inflação média no império, era 1,58% ao ano, desde o fim do império a inflação chegou a 64,9 quatrilhões de %, tivemos 40 presidentes, se estivesse sido mantida a Monarquia os sucessores de Dom Pedro II, teriam sido apenas 3, gerando grande estabilidade tanto política quanto econômica.
Em uma monarquia o Monarca é o símbolo vivo da Nação onde não há espaço para aventureiros, para o "recebendo que se dá", para negociatas, corrupção, nepotismo e onde a ordem prevalece, um monarca é educado desde criança para reinar, e nunca somos pegos de surpresas, por novos governantes.
O nosso Imperador D. Pedro II, sempre se destacou pela diplomacia sendo arbitro em vários países, a nossa marinha era a 2º marinha de guerra do mundo, o Brasil era tido como um país de 1º mundo junto com a Inglaterra, Estados Unidos, França e Alemanha.
Por esses e vários motivos que digo, que mudamos sim, da Monarquia para a Anarquia.
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Escrito por Monarquia Barra Bonita às 16h20
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QUEM NUNCA COMEU MELADO, QUANDO COME SE LAMBUZA (Narrando um triste, porém típico, acontecimento do princípio da República, e considerações de Rui Barbosa e de Monteiro Lobato sobre D. Pedro II, a Monarquia e a República)
(*) P.S: NO final da menssagen
• Trabalho publicado no jornal Tribuna de Petrópolis, de propriedade de D. Francisco Humberto de Orleans e Bragança - 29/10/2000 •
Otto de Alencar de Sá-Pereira
Nada mais certo! Foi o que ocorreu com os governantes republicanos, depois que o navio Alagoas conduzindo D. Pedro II e a Família Imperial perdeu-se nas brumas do Atlântico, em direção à Europa. Diz Monteiro Lobato que eles teriam tido um alívio: "enfim sós". Agora podem espoliar, à vontade, o povo brasileiro, sem que ninguém os fiscalize!
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Monteiro Lobato nos escreve: "D. Pedro II era a luz do baile, muita harmonia, respeito às damas, polidez de maneiras, jóias d'arte sobre os consoles, dando ao conjunto uma impressão genérica de apuradíssima cultura social. Extingue-se a luz.As senhoras sentem-se logo apalpadas, trocam-se tabefes, ouvem-se palavreados de tarimba, desaparecem as jóias".
Ou seja, sem o freio natural da Coroa, eles mostram-se como eram realmente.
Lambuzam-se no melado sujo de lama. Escarafuncham-se no atoleiro, sem tábua de salvação. Perdem-se nos mares, sem o farol que os guiava; que os guiava e corrigia seus rumos; que corrigia seus rumos e os conduzia a porto seguro.
Rui Barbosa, o "águia de Haya", que foi republicano durante o Império e monarquista ou simpatizante, depois dos primeiros desacertos e corrupções da República, certa vez, escreveu estas palavras, que tornaram-se acadêmicas (as quais, geralmente, só são publicadas até o fim do primeiro parágrafo):
"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto. Essa foi a obra da República nos últimos anos. No outro regime (na Monarquia), o homem que tinha certa nódoa em sua vida era um homem perdido para todo o sempre, as carreiras políticas lhe estavam fechadas. Havia uma sentinela vigilante, de cuja severidade todos se temiam e que, acesa no alto (o Imperador, graças principalmente a deter o Poder Moderador), guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade" (Observação: Os parênteses são nossos para melhor ilustrar).
Rui Barbosa ocupava o cargo de Ministro da Fazenda no Ministério do Governo Provisório (1889-1891), presidido por Deodoro da Fonseca. Este Ministério compunha-se de republicanos históricos, como, por exemplo, além dele mesmo, de Silveira Lobo como Ministro do Interior, de Campos Sales como Ministro da Justiça, Quintino Bocaiúva ocupando o Ministério do Exterior, Demétrio Ribeiro, na Agricultura e Comércio, Wandenkolk, na Marinha e Benjamim Constant na Guerra (Exército).
Rui Barbosa era, sem dúvida, grande jurista e diplomata, um sábio, um extraordinário orador... porém, péssimo economista. Assim, foi o causador do famoso "Encilhamento", que trouxe a desmoralização das finanças brasileiras e uma terrível inflação.
Qualquer Banco emitia papel moeda, e títulos falsos de falsas empresas eram vendidos em quantidade incrível, no lugar onde se encilhavam os cavalos, no centro do Rio de Janeiro.
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A moral pública uma das características dos homens políticos do Império, como que se diluía. Ainda é Rui que nos faz saber: "O Parlamento do Império era uma escola de estadistas, o Congresso da República transformou-se em uma praça de negócios."
Considerando-se monarquista, recusa o convite. O Governo insiste. Ele resolve pedir a opinião e a autorização, caso a opinião fosse positiva, do Imperador, que nesta altura já se encontrava na França, pois fora para lá residir com sua filha, genro e netos, depois da morte da Imperatriz, em Portugal (na cidade do Porto).
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A resposta do Imperador foi simples e como sempre patriótica: "Sirva ao Brasil". Era o sinal verde. Ele aceitou o Ministério e iniciou a viver o cotidiano da vida política republicana. Eis que começa a perceber o que ocorria. Se olhasse para um lado, ou para o outro; se olhasse para cima ou para baixo, só o que via era desonestidade, era corrupção, eram aproveitamentos ilícitos, o bem público vilipendiado, os interesses particulares em primeiro lugar, o "Bonum Comune", completamente esquecido, o lambuzamento em melado enlameado.
Infelizmente, este homem, que tinha sido, no Império, símbolo de honradez, de caráter, de virtudes... aderiu ao "bloco do samba republicano" e familiarizou-se com os vícios e pecados.
Por que isso aconteceu na República do nosso Brasil, e vem ainda acontecendo, ressalvadas, sem dúvidas, especiais figuras da História Republicana, que continuaram a ilustrar a vida pública brasileira? Por que isso ocorreu? Monteiro Lobato estaria repleto de razão? É ainda Rui, que nos responde: "O mal grandíssimo e irremediável das instituições republicanas é deixar exposto à ilimitada concorrência das ambições menos dignas o primeiro lugar do Estado, e desta sorte, o condenar a ser ocupado, em regra, pela mediocridade".
(*) o TEXTO NÃO ESTA COMPLETO, PAR LER NA INTEGRA ACESSE: Fonte: Circulo Monarquico do Rio de Janeiro www.circulomonarquico.org.br
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 23h09
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A Monarquia Como Forma de Governo
O Governo do Reino dos Países Baixos é formado pelo Rei (o que na Constituição significa tanto rei como rainha) e os ministros. Esta interpretação do conceito 'Governo', onde o chefe de Estado é parte do Governo, não é comum em muitas outras monarquias da Europa ocidental, onde o Governo somente é composto de ministros. Desde a revisão da Constituição em 1848, os Países Baixos são uma monarquia constitucional com um sistema parlamentar. 'Monarquia constitucional' significa que a Constituição determina e regula a divisão das competências de poder entre o Rei e outras entidades do Estado. São os ministros que respondem ante o Parlamento pelas atuações do Governo. O Rei não tem nenhuma responsabilidade política e, portanto, não pode ser convocado pelo Parlamento para prestar contas. A Rainha Beatrix no Dia dos Príncipes (Prinsjesdag) Uma das muitas funções do Rei como chefe de Estado é pronunciar anualmente o Discurso do Trono, que é o Discurso de Abertura do Parlamento, (o Dia dos Príncipes Infantes tem lugar cada ano na terceira terça-feira do mês de setembro). No Discurso do Trono são expostos os planos do Governo para o próximo ano parlamentar.
O Rei também desempenha um papel importante na formação dos Governos. Depois das eleições, o Rei consulta os líderes dos grupos parlamentares, os presidentes da Primeira e da Segunda Câmara do Parlamento, e o vice-presidente do Conselho de Estado. Baseando-se em seus conselhos, o Rei nomea um informador - pessoa encarregada de examinar quais partidos estariam dispostos a formar juntos o novo gabinete - pois, até hoje, nunca nenhum partido conseguiu uma maioria absoluta em eleições. Caso fique claro quais partidos estão dispostos a formar juntos o Governo, não há necessidade de nomear um informador. O resultado das negociações entre os partidos denomina-se 'Acordo de Governo'.
No Acordo de Governo são declarados os planos da coalizão para o próximo período governamental de quatro anos. Em seguida, o Rei nomea um 'formador', pessoa encarregada de formar um gabinete. O formador normalmente se torna Primeiro Ministro. Depois da primeira reunião oficial do gabinete, o Rei toma o juramento dos novos ministros, que são nomeados por Decreto Real, o que na prática significa que os próprios ministros decidem sobre sua nomeação.
O Decreto Real é assinado pelo rei, validando assim a decisão, e pelo Primeiro Ministro em nome dos ministros. Além destas tarefas oficiais, o chefe de Estado se reúne regularmente com o Primeiro Ministro, outros políticos e pessoas proeminentes do mundo econômico e cultural. Todos os ministros juntos formam o conselho de ministros, que é presidido pelo Primeiro Ministro. As tarefas do Governo estão a cargo dos ministros. Entre essas tarefas se encontram a gestão executiva, a preparação da legislação, a execução de leis, a supervisão das províncias e municípios, e as relações exteriores
Fonte: Forum Monarquia do Brasil
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 22h14
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(*)Passagens que passamos, e Não deveríamos ter passado
A Revolução Francesa de 1789, com o regicídio de Luis XVI e Maria Antonieta (os Reis Mártires) abriu um novo ciclo na história do milênio. Desde então, muitas foram as monarquias derrubadas sob a inspiração da funesta e utópica trilogia revolucionaria Liberdade, Igualdade, Fraternidade.
Ainda assim, no século XIX, e apesar da forte propaganda anti-monárquica, a Europa viu os Reis e Rainhas desempenharem com brilho seu papel no governo das nações. A fotografia soube gravar estas imagens.......Estabilizando, ordenando, organizando e dando continuidade aos planos a longo prazo- algo que somente as dinastias podem levar a cabo -as monarquias, mesmo após o turbilhão revolucionário, continuaram a marcar a História.
A sanha igualitária se requintou e a sua argumentação passou a ser, sistematicamente, a violência. No espaço de 35 anos o Czar Nicolau II e sua família, a Imperatriz Sissi as Áustria, o herdeiro do trono dos Habsburgos, o Arquiduque Francisco Ferdinando, o Rei D.Carlos de Portugal e D.Felipe, Príncipe herdeiro, foram assassinados. Uma bomba tentou matar o Rei Afonso XIII da Espanha e sua consorte, no dia de seu casamento, e a Rainha Vitória foi alvo de seis atentados.
Praticamente destruídas as monarquias, o século XX, que se iniciara na euforia da redenção do homem pela técnica, assistiu ao desdobrar-se de inúmeras e desastrosas utopias. O homem esperava obter, sem Deus, pela razão e pelo acúmulo dos conhecimentos científicos, o bem estar, a melhoria indefinida das condições de vida, enfim a felicidade terrena perfeita.
(*) titulo dado pelo site
Trecho extraído do Editorial do boletim HERDEIROS DO PORVIR, Ano Vi, nº9, Dez. 2000/2001.
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 22h12
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A Monarquia Constitucional Parlamentária
Em verdade, não há Estado que possa se fundar ou manter-se desvinculado dos seus primórdios sociais, das experiências políticas de outrora, das ligações necessárias a formação política das sociedades. Nesta esteira, a formação do Estado moderno encontra na doutrina política clássica as veredas para uma reflexão pautada sobre a gênese social, uma imagem criteriosa sobre a ordem política, tão necessária nestes tempos em que o maior assunto popular, longe do futebol ou das festas tradicionais é, sem dúvida, a gama variada das impropriedades de gestão pública, de irresponsabilidade política e de descaso social impostos à sociedade brasileira.
Neste período em que as últimas cartadas são lançadas no jogo delicado da política governamental brasileira é oportuna a reflexão quanto à solidez política e governamental do nosso Estado Brasileiro. Será que o erro reiterado de nosso modelo político seria quanto ao Plano de Governo? O defeito estaria no conceito de servidor público ou na sua formação? Não. Quer nos parecer que nossos enganos seriam antecessores a tais decisões estratégicas. A deficiência estaria muito mais voltada à escolha da Forma de Estado utilizada do que à composição do Governo atual, ou seja, estamos errando há mais de um século!
A doutrina política clássica e mesmo a experiência prática, translúcida nos Estados mais desenvolvidos e estáveis no tempo, à exemplo da Inglaterra, Espanha e Portugal, quer por declarações sutis, quer pela interpretação dos diversos textos produzidos, reiteradas vezez tem dado margens a entender que a melhor Forma de Estado a ser re-implementada foi, é e sempre será, aquela inerente ao modelo Monárquico Braslileir, ao invés do modelo Republicano, atualmente em exercício.
Sabemos que dito assim, de súbito, soa ao leigo como bandeira partidária, como movimento revolucionário ou tendência política há muito descartada de nosso seio nacional. Todavia, se estudarmos não só os clássicos como também as propostas modernas para o Estado Brasileiro veremos que tal princípiologia é imbuída em seu âmago de premissas basilares do desenvolvimento social como, v.g,. o modelo monárquico constitucional parlamentar; a existência de um Poder Moderador; a manutenção do modelo federativo; o aprimoramento das células municipais tidas como essenciais aos desenvolvimento da União; a divisão racional e contitucional de competências entre os Estados Federativos; a defesa da soberania nacional, política e militarmente; pluralismo político; democracia representativa e participativa; e, principalmente, aa defesa da família pela restauração dos conceitos de honra, civismo, liberdade, justiça e propriedade privada, célula basilar de toda e qualquer sociedade, mas que em nossa nação encontra-se tão desprovida de guarida e sustentação.
É com grande perplexidade, contudo, que notamos o total desconhecimento destes fatos pela parcela da sociedade considerada “formadora de opinião”, indivíduos que, em tese, seriam capazes de discenir quanto às benesses e os malefícios da política e prática social imposta pelo Estado.
Não se tem, por exemplo, no ensino fundamental a lição real do que fora o nosso Império, de sua grandeza, de suas conquistas. Da mesma forma, muitos universitários limitam-se a reiterar as barbaridades lecionadas quando na época do colégio, afirmando, com certa veemência, que a culpa por este hoje Estado degringolado de Direitos, seria inerente a nossa forma de colonização social.
Contudo, quando abordados dados históricos reais quanto às produções inerentes ao período imperial, quanto à estabilidade social da época, quanto ao acesso à defesa estatal e a manutenção dos direitos e estabilidade entre os indivíduos, os discidentes, antes revoltosos e ferrenhos defensores republicanos, vêem-se hoje calados, atônitos com a própria falta de elementos concretos para a real dialética. É neste momento que percebem, então, atuarem no papel de reles difusores do marketing impróprio e ilegítimo de um Estado autocrático, demagogo, destituído dos áureos preceitos da responsabilidade política e social, Estado este disseminado diariamente pelos meios de comunicação. É neste momento que se percebe o conjunto de olhos voltados ao desconhecido, ávidos por conhecer a real história de nosso Brasil Imperia, da sugestão Monárquica-Parlamentar para o Brasil, da proposição de existência do Poder Moderador no Estado.
De tudo se percebe, então, que embora bem solidificados em suas proposições, os movimentos existentes hoje em defesa e sustentação da Coroa Brasileira estão longe da parcela popular responsável pela difusão de conceito. Não se vê, como se deveria, a divulgação de palestras infortativas, formação de educadores, cursos complementares, congresso, programas de áudio e vídeo, enfim, não se nota a movimentação popular da bandeira monárquica, em nosso entendimento, muito mais pela ineficácia dos meios de informação junto à sociedade, do que pela divergência substancial de opiniões, o que nos força a indagar, contrariados, a efetividade do movimento existente.
De certo, não ocorrerá o desenvolvimento da doutrina monárquica longe da sociedade. Aliás, bem se viu isto quando do plebiscito de 1993, momento em que a falta de divulgação dos reais conceitos monárquicos e a clara sabotagem da máquina administrativa acabou por condenar uma excelente oportunidade de, no mínimo, apresentar a sociedade a Monarquia Constitucional Parlamentária, seus representantes e sua proposição governamental.
Necessita a Causa Monárquica Brasileira de movimento e dinamicidade, pois vontade, conteúdo e razão, estes já se possuem.
Texto publicado no © 2004 MídiaSemMáscara.org
Texto Extraio do site http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 21h56
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Carisma próprio do regime monárquico: a indivisibilidade
Todos os historiadores reconhecem que o fator de unidade nacional, quando da abdicação de D. Pedro I, foi o pequeno Órfão Coroado, D. Pedro II, o qual permitiu, pelo próprio carisma do regime monárquico, que o Brasil permanecesse indivisível.
Diante das ameaças à unidade nacional que se vão configurando, ora longínqua ora mais proximamente no horizonte, creio que, uma vez mais, a Família Imperial tem uma especial responsabilidade de insistir que nossa nação se mantenha sempre una, em seu povo, em seu território. Enfim, para que o Brasil permaneça fiel à sua verdadeira identidade e às gloriosas perspectivas de futuro, traçadas pela Divina Providência
trexo extraido da Mensagem aos brasileiros: Resgatem nossa História, para resgatar o Brasil
de Dom Luiz de Orleans e Bragança
para ler a menssagem completa acesse o site da casa imperial www.monarquia.org.br
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 20h49
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