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A Monarquia Constitucional Parlamentária
Em verdade, não há Estado que possa se fundar ou manter-se desvinculado dos seus primórdios sociais, das experiências políticas de outrora, das ligações necessárias a formação política das sociedades. Nesta esteira, a formação do Estado moderno encontra na doutrina política clássica as veredas para uma reflexão pautada sobre a gênese social, uma imagem criteriosa sobre a ordem política, tão necessária nestes tempos em que o maior assunto popular, longe do futebol ou das festas tradicionais é, sem dúvida, a gama variada das impropriedades de gestão pública, de irresponsabilidade política e de descaso social impostos à sociedade brasileira.
Neste período em que as últimas cartadas são lançadas no jogo delicado da política governamental brasileira é oportuna a reflexão quanto à solidez política e governamental do nosso Estado Brasileiro. Será que o erro reiterado de nosso modelo político seria quanto ao Plano de Governo? O defeito estaria no conceito de servidor público ou na sua formação? Não. Quer nos parecer que nossos enganos seriam antecessores a tais decisões estratégicas. A deficiência estaria muito mais voltada à escolha da Forma de Estado utilizada do que à composição do Governo atual, ou seja, estamos errando há mais de um século!
A doutrina política clássica e mesmo a experiência prática, translúcida nos Estados mais desenvolvidos e estáveis no tempo, à exemplo da Inglaterra, Espanha e Portugal, quer por declarações sutis, quer pela interpretação dos diversos textos produzidos, reiteradas vezez tem dado margens a entender que a melhor Forma de Estado a ser re-implementada foi, é e sempre será, aquela inerente ao modelo Monárquico Braslileir, ao invés do modelo Republicano, atualmente em exercício.
Sabemos que dito assim, de súbito, soa ao leigo como bandeira partidária, como movimento revolucionário ou tendência política há muito descartada de nosso seio nacional. Todavia, se estudarmos não só os clássicos como também as propostas modernas para o Estado Brasileiro veremos que tal princípiologia é imbuída em seu âmago de premissas basilares do desenvolvimento social como, v.g,. o modelo monárquico constitucional parlamentar; a existência de um Poder Moderador; a manutenção do modelo federativo; o aprimoramento das células municipais tidas como essenciais aos desenvolvimento da União; a divisão racional e contitucional de competências entre os Estados Federativos; a defesa da soberania nacional, política e militarmente; pluralismo político; democracia representativa e participativa; e, principalmente, aa defesa da família pela restauração dos conceitos de honra, civismo, liberdade, justiça e propriedade privada, célula basilar de toda e qualquer sociedade, mas que em nossa nação encontra-se tão desprovida de guarida e sustentação.
É com grande perplexidade, contudo, que notamos o total desconhecimento destes fatos pela parcela da sociedade considerada “formadora de opinião”, indivíduos que, em tese, seriam capazes de discenir quanto às benesses e os malefícios da política e prática social imposta pelo Estado.
Não se tem, por exemplo, no ensino fundamental a lição real do que fora o nosso Império, de sua grandeza, de suas conquistas. Da mesma forma, muitos universitários limitam-se a reiterar as barbaridades lecionadas quando na época do colégio, afirmando, com certa veemência, que a culpa por este hoje Estado degringolado de Direitos, seria inerente a nossa forma de colonização social.
Contudo, quando abordados dados históricos reais quanto às produções inerentes ao período imperial, quanto à estabilidade social da época, quanto ao acesso à defesa estatal e a manutenção dos direitos e estabilidade entre os indivíduos, os discidentes, antes revoltosos e ferrenhos defensores republicanos, vêem-se hoje calados, atônitos com a própria falta de elementos concretos para a real dialética. É neste momento que percebem, então, atuarem no papel de reles difusores do marketing impróprio e ilegítimo de um Estado autocrático, demagogo, destituído dos áureos preceitos da responsabilidade política e social, Estado este disseminado diariamente pelos meios de comunicação. É neste momento que se percebe o conjunto de olhos voltados ao desconhecido, ávidos por conhecer a real história de nosso Brasil Imperia, da sugestão Monárquica-Parlamentar para o Brasil, da proposição de existência do Poder Moderador no Estado.
De tudo se percebe, então, que embora bem solidificados em suas proposições, os movimentos existentes hoje em defesa e sustentação da Coroa Brasileira estão longe da parcela popular responsável pela difusão de conceito. Não se vê, como se deveria, a divulgação de palestras infortativas, formação de educadores, cursos complementares, congresso, programas de áudio e vídeo, enfim, não se nota a movimentação popular da bandeira monárquica, em nosso entendimento, muito mais pela ineficácia dos meios de informação junto à sociedade, do que pela divergência substancial de opiniões, o que nos força a indagar, contrariados, a efetividade do movimento existente.
De certo, não ocorrerá o desenvolvimento da doutrina monárquica longe da sociedade. Aliás, bem se viu isto quando do plebiscito de 1993, momento em que a falta de divulgação dos reais conceitos monárquicos e a clara sabotagem da máquina administrativa acabou por condenar uma excelente oportunidade de, no mínimo, apresentar a sociedade a Monarquia Constitucional Parlamentária, seus representantes e sua proposição governamental.
Necessita a Causa Monárquica Brasileira de movimento e dinamicidade, pois vontade, conteúdo e razão, estes já se possuem.
Texto publicado no © 2004 MídiaSemMáscara.org
Texto Extraio do site http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 21h56
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Carisma próprio do regime monárquico: a indivisibilidade
Todos os historiadores reconhecem que o fator de unidade nacional, quando da abdicação de D. Pedro I, foi o pequeno Órfão Coroado, D. Pedro II, o qual permitiu, pelo próprio carisma do regime monárquico, que o Brasil permanecesse indivisível.
Diante das ameaças à unidade nacional que se vão configurando, ora longínqua ora mais proximamente no horizonte, creio que, uma vez mais, a Família Imperial tem uma especial responsabilidade de insistir que nossa nação se mantenha sempre una, em seu povo, em seu território. Enfim, para que o Brasil permaneça fiel à sua verdadeira identidade e às gloriosas perspectivas de futuro, traçadas pela Divina Providência
trexo extraido da Mensagem aos brasileiros: Resgatem nossa História, para resgatar o Brasil
de Dom Luiz de Orleans e Bragança
para ler a menssagem completa acesse o site da casa imperial www.monarquia.org.br
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 20h49
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Conforme já citei neste site, e os outros sites Monarquicos vem publicando, existe um site denominado Chefe da Casa Imperial, com a figura de Dom Pedro Gastão como atual chefe, é uma tentativa de confundir os iniciantes na causa Monarquica, o atual chefe da Casa Imperial do Brasil, é o sr, Dom Luiz de Orleans e Bragança, aqui esta carta de renuncia do avó de Dom Pedro Gastão, extinguindo qualquer direito Dinastico a frente da Casa Imperial do Brasil
INSTRUMENTO DE RENÚNCIA
Príncipe Dom Pedro de Alcântara de Orléans e Bragança.
Eu o Principe Dom Pedro de Alcantara Luiz Philippe Maria Gastão Miguel Gabriel Raphael Gonzaga de Orleans e Bragança, tendo maduramente reflectido, resolvi renunciar ao direito que pela Constituição do Imperio do Brazil promulgada a 25 de Março de 1824 me compete à Corôa do mesmo Paiz. Declaro pois que por minha muito livre e espontanea vontade d’elle desisto pela presente e renuncio, não só por mim, como por todos e cada um dos meus descendentes, a todo e qualquer direito que a dita Constituição nos confere á Corôa e Throno Brazileiros, o qual passará ás linhas que se seguirem á minha conforme a ordem de successão estabelecida pelo Art. 117. Perante Deus prometto por mim e meus descendentes manter a presente declaração.
Cannes 30 de Outubro de 1908
assinado: Pedro de Alcantara de Orleans e Bragança
Nota: a) Esse ato de renúncia foi emitido em três vias e assinado na presença da Princesa Da. Isabel de Orléans e Bragança, de jure Imperatriz do Brasil, e membros da Família Imperial. b) Em 9 de novembro de 1908, a Princesa Isabel enviou uma das três vias ao Diretório Monárquico do Brasil, no Rio de Janeiro.
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 01h13
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Imperador da Austria será Beatificado em Outubro
O Imperador Carlos da Austria será beatificado pelo Papa João Paulo II dia 3 de outubro próximo em Roma, em cerimônia em que vai ser também beatificada a famosa mística alemã Ana Catarina Emericha. O futuro Beato Carlos da Austria é descendente de nosso imperador Dom Pedro I. Ele é neto de uma princesa portuguesa, neta de Dom Pedro I-IV. Eis a genealogia: 1. D.Pedro I-IV, imperador do Brasil, rei de Portugal (1798-1834) 2. D. Maria II, rainha de Portugal (1819-1853) 3. D. Maria Ana, infanta de Portugal (1843-1884)casou com Jorge, rei da Saxônia (1832-1904) 4. Maria Josefa, princesa da Sacônia ( 1867-1944) casou com Oto, arquiduque d´Austria (1865-1906) 5. Carlos I-IV, imperador da Austria, rei da Hungria (1887-1922) casou com Zita, princesa de Bourbon de Parma, neta materna de Dom Miguel I, irmão de nosso Dom Pedro I.
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 00h58
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Presidente da Juventude Monárquica participa de debate
Acaba de se realizar, em Coimbra, Portugal, um dos dias de debates sobre a Nova Ordem Mundial. Na reunião de hoje, 15 de Julho, abordavam-se as relações Portugal-Brasil. Um conhecido professor de Coimbra, demonstrou desagrado quanto à orientação de muitos livros de história no Brasil, os quais criticam infundadamente a obra dos portugueses. Mário Soares, ex-presidente socialista de Portugal, discordou e tentou defender tal corrente historiográfica.
Falou em seguida um importante empresário, grande investidor no Brasil, Eng. Belmiro de Azevedo, que fez uma descrição muito elogiosa do Brasil e de seu povo. Acrescentou ainda que, infelizmente, o Brasil atual vive um clima de instabilidade que só é propícia a afastar os investidores. Acrescentou que enviou ao Presidente Lula uma carta no qual afirmava isso e na qual pedia também que o atual governo brasileiro definisse bem as regras que quer seguir.
A palavra foi aberta ao público de mais de uma centena de pessoas. Por último falou o Dr. Ibsen Noronha, Presidente da Juventude Monárquica do Brasil. Disse que como brasileiro queria concordar inteiramente com o Professor que reclamara dos historiadores brasileiros que deturpam a atuação dos portugueses na obra civilizadora e acrescentou que isso se deve a uma deturpação ideológica dessa mesma escola. Disse ser participante do Projeto Reeducar (www.projetoreeducar.org.br), o qual em nosso país tenta reverter essa situação. Em seguida, o Presidente da Juventude Monárquica, agradeceu as palavras de Belmiro de Azevedo e acrescentou que o Brasil só voltaria a ter verdadeira estabilidade quando retornasse às suas tradições. E que por isso no Brasil o movimento monárquico, do qual faz parte, tinha tanto dinamismo.
Escrito por Jose Carlos Sepulveda às 18h44
Fonte: Diario Monarquico
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 00h56
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Nos tempos do Império do Brasil
sob Dom Pedro II, o Brasil tinha uma moeda estável e forte, possuía a Segunda Marinha de Guerra do Mundo, teve os primeiros Correios e Telégrafos da América, foi uma das primeiras Nações a instalar linhas telefônicas e o segundo país do globo a ter selo postal;
- o Parlamento do Império ombreava com o da Inglaterra, a diplomacia brasileira era uma das primeiras do mundo, tendo o Imperador sido árbitro em questões da França, Alemanha e Itália;
- em 67 anos de Império tivemos uma inflação média anual de apenas 1,58%, contra 10% nos primeiros 45 dias da República, 41% em 1890 e 50% em 1891;
- a unidade monetária do Império, o mil réis, correspondia a 0.9 (nove décimos) de grama de ouro, equivalente ao dólar e à libra esterlina;
- embora o Orçamento Geral do Império tivesse crescido dez vezes entre 1841 e 1889, a dotação da Casa Imperial se manteve a mesma, isto é 800 contos de réis anuais? E que D, Pedro II destinou ¼ de seu orçamento pessoal em benefício das despesas da guerra do Paraguai;
- 800 contos d réis significava 67 contos de réis mensais e que os republicanos ao tomarem o poder estabeleceram para o presidente provisório um ordenado de 120 contos de réis por mês;
- uma das alegações dos republicanos para a derrubada da Monarquia era o que eles chamavam de custo excessivo da Família Imperial? A verdade é que esta recebia a metade do ordenado do 1º presidente republicano;
- Dom Pedro II se recusou a aceitar a quantia de 5 mil contos de réis, oferecida pelos golpistas republicanos, quando do exílio, mostrando que o dinheiro não lhes pertencia, mas sim ao povo brasileiro (5 mil contos de réis era o equivalente a 4 toneladas e meia de ouro? Quantia que o Imperador recusou deixando ao País um último benefício: o grande exemplo de seu desprendimento. Infelizmente esse exemplo não frutificou na República, como seria necessário);
- no Império o salário de um trabalhador sem nenhuma qualificação era de 25 mil réis? O que hoje equivale a 5 salários mínimos;
- o Brasil era um exemplo de democracia. Votava no Brasil cerca de 13% da população. Na Inglaterra este percentual era de 7%; na Itália, 2%; em Portugal não ultrapassava os 9%. O percentual mais alto, 18%, foi alcançado pelos Estados Unidos. Na primeira eleição após o golpe militar que implantou a república em nossa terra, apenas 2,2% da população votou. Esta situação pouco mudou até 1930, quando o percentual não ultrapassava a insignificante casa dos 5,6%.
- no plebiscito de 1993 a monarquia recebeu, aproximadamente, sete milhões de votos (13% dos votos válidos} e, nesta época uma pesquisa do DATA FOLHA mostrava que 21% da população era monarquista ou simpatizante..
Texto extraido do Manifesto pela Restauração da Monarquia Parlamentar no Brasil
para ler o texto completo envie um e mail para o Correio Imperial
correio-imperial@lycos.com
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 20h19
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DIFERENÇA ENTRE MONARQUIA E REPÚBLICA
| MONARQUIA |
REPÚBLICA |
| 1 |
A Monarquia é uma forma de governo moderna e eficiente. Das 12 economias mais fortes do mundo atual, 8 são monarquias. |
1 |
A República está sendo questionada em vários países, pois não tem solucionado seus problemas. Haja vista que, das 165 repúblicas atuais, só 11 mantêm regime democrático há mais de 20 anos. |
| 2 |
O Monarca, sendo vitalício, pode inspirar e conduzir um projeto nacional, com obras de longo alcance e longo prazo. |
2 |
O Presidente tem quatro anos para elaborar e executar o seu projeto de governo, cujo alcance é forçosamente limitado. |
| 3 |
O Monarca não tem interesse em interromper os projetos de seus antecessores, dos quais participa antes mesmo de subir ao trono. |
3 |
O Presidente quer executar o seu próprio projeto e, com freqüência, interrompe as obras dos antecessores. Em geral, não consegue completar os projetos iniciados por ele, que serão igualmente abandonados por seu sucessor. |
| 4 |
O Brasil, como Império, era um país do primeiro mundo, junto com os Estados Unidos da América, Inglaterra e Alemanha. |
4 |
A República conduziu o Brasil à condição de país do terceiro mundo, do qual a tendência é descer mais. |
| 5 |
Se tivéssemos mantido a Monarquia, os sucessores de D. Pedro II, até agora, teriam sido apenas três. |
5 |
No mesmo periodo de um século, tivemos 43 Presidentes, com igual número de mudanças de rumo e outro tanto de crises, golpes, instabilidades e ditaduras. |
| 6 |
A imprensa costuma citar, com destaque, como exemplo de decadência da Monarquia, a conduta do Príncipe Charles e sua tumultuada relação com a Princesa Lady Di. Só que a Rainha de nada é acusada e, a sabedoria britânica, no devido tempo, saberá encontrar tranquilamente o sucessor de Elizabeth, sem solução de continuidade para a vida da nação. |
6 |
Quem não se lembra, na República brasileira, da conduta reprochável de esposas, filhos, irmãos, genros e outros familiares ou agregados de tantos Presidentes, gerando inclusive, crises institucionais? |
| 7 |
Parlamentarismo autêntico só com Monarquia, pois o Monarca é suprapartidário e tem posição equânime em relação aos partidos. |
7 |
No parlamenterismo republicano, o Presidente é eleito e sustentado por conchavos de partidos e grupos econômicos, e tende a ter posição facciosa. |
| 8 |
Na Monarquia, o Monarca é um amigo e aliado do seu Primeiro Ministro. |
8 |
Na República, o Presidente é um concorrente ou um inimigo de seu Primeiro Ministro. |
| 9 |
O Monarca é o símbolo vivo da nação, personifica sua tradição histórica e lhe dá unidade e continuidade. |
9 |
O Presidente da República tem mandato de apenas quatro anos e é eleito por uma parte geralmente minoritária da nação. Por isso não a personifica, nem lhe dá unidade. |
| 10 |
É função do Monarca, segundo o Imperador Francisco José da Austria, defender o povo contra os seus maus governos. |
10 |
Rui Barbosa afirmou que "o mal irremediável da República é deixar exposto às ambições menos dignas o primeiro lugar do Estado", isto é, o Chefe de Estado. |
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 00h09
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Este blog tem o intuito de promover o resgate histórico e cultural da Monarquia no Brasil, porque sou monarquista?
É simples, a Monarquia é um dos regimes de governo mais eficientes do mundo, dos 12 países mais desenvolvidos 8 adotam o regime monarquico, na época do Brasil Imperial, o nosso país era considerado um país de 1º mundo atrás somente da Inglaterra, Estados Unidos e França, a inflação era de 1,58% ao ano, a dotação de Dom Pedro II era de 67 contos de réis e não se alterou durante 49 anos de seu império, após a proclamação da republica o salário de Deodoro destinado apenas as despesas pessoais, foi para 120 contos de réis, e a de seus ministros foram dobrados em relação ao imperio
o Brasil, possuia a 2º marinha de guerra do mundo, hoje possuimos poucos navios antigos e obsoletos, hoje sustentamos 9 viuvas e 2 ex-presidentes, na monarquia é somente a familia do imperador e seus descendentes sucessórios, o regime monarquico é um dos mais baratos do mundo, alem da monarquia gerar estabilidade política, gera respeito ao país, você já ouviu falar se algum rei roubou?
visitem os link's que estão neste site, e você vera o que o regime Monarquico tem a oferecer
Abraços
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 23h39
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ENGANO QUANTO AO ATUAL CHEFE DA CASA IMPERIAL, DOM LUIZ DE ORLENAS E BRAGANÇA É O ATUAL CHEFE DA CASA IMPERIAL
Existe um site na internet http://www.chefedacasaimperial.com/ de Dom Pedro Gastão que se entitula Chefe da Casa Imperial. Isso vem confundindo os monarquistas de todo o pais. Na verdade, Dom Pedro Gastão não é o chefe da Casa Imperial.Seu pai renunciou ao trono em 1908. O atual chefe da Casa Imperial é Dom Luiz de Orlenas e Bragança. Para você acessar o site oficial da Monarquia e ver a biografia do atual Chefe da Casa Imperial, digite: www.monarquia.org.br ou vá ao meu principal do Diário Monárquia e terá a biografia do Atual Chefe da Casa Imperial, Dom Luiz de Orleans e Bragança.
FONTE: MONARQUIA VALE DO PARAÍBA
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 23h04
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Monarquia
Após 115 anos do fim da Monarquia e após 16 anos do fim da clausula pétrea que impedia a divulgação da Monarquia, varios movimentos estão surgindo, com o fim de se engajar na restauração da Monarquia, conto com a colaboração de todos os Monarquistas, para a divulgação não só desta página mas de todas as outras páginas monarquicas, e assim conseguirmos cada vez mais atrair novos simpatizantes pela causa.
Escrito por Monarquia Barra Bonita às 22h42
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